| O prontuário eletrônico do paciente na assistência, informação e conhecimento médico. Massad, Eduardo; Marin, Heimar de Fátima; Azevedo Neto, Raymundo Soares de (eds.). São Paulo : H. de F. Marin, 2003. 202p. ISBN 85-903267-1-3 WX173 P965p 2003
ÍNDICE
1. PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE: DEFINIÇÕES E CONCEITOS - 1
1.1. Funções e utilização do prontuário médico - 1
1.2. O prontuário eletrônico - 6
1.3. Vantagens e desvantagens do prontuário em papel e do prontuário eletrônico - 7
1.4. Desenvolvimento e características - 10
1.5. Oportunidades e obstáculos na implantação e uso do prontuário eletrônico - 15
2. A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO MÉDICO - 21
2.1. Introdução - 21
2.2. Por uma gnosiologia médica - 24
2.3. O problema da demarcação - 24
2.4. Os tipos de conhecimento médico - 26
2.5. O processo de geração do conhecimento médico - 27
2.6. Lidando com a incerteza - 29
2.7. O papel do prontuário eletrônico do paciente na geração do conhecimento biomédico - 35
3. A EVOLUÇÃO DO REGISTRO MÉDICO - 39
4. PADRÕES DE REGISTRO E TRANSMISSÃO DE DADOS EM SAÚDE - 47
4.1. Introdução - 47
4.2. Linguagem natural e vocabulário taxonômico - 49
4.3. Padrões para registro e transmissão da informação - 51
5. MODELAGEM DE BASES DE DADOS CLÍNICOS - 63
5.1. Introdução - 63
5.2. Estrutura dos dados clínicos - 65
5.3. Conjunto essencial de dados clínicos - 67
5.4. Construção de múltiplas visões - 68
5.5. Qualidade em saúde - 70
6. OS COMPONENTES DE ENFERMAGEM DO PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE - 73
7. O REGISTRO DE INFORMAÇÕES NO LABORATÓRIO CLÍNICO - 85
7.1. A informatização laboratorial - 86
7.2. O caso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - 87
7.3. Impacto e interação com o prontuário eletrônico - 92
8. ARQUIVAMENTO E TRANSMISSÃO DE IMAGENS MÉDICAS - 97
8.1. Introdução - 97
8.2. Padrão para arquivamento e comunicação de imagens médicas - 99
8.3. Cenário 1: arquitetura simples para troca de imagens - 101
8.4. Cenário 2: arquitetura intermediária com servidor DICOM - 101
8.5. Cenário 3: arquitetura abrangente e integrada a sistemas de informação - 102
8.6. Arquitetura escalável para arquivamento de grande volume de dados - 103
8.7. Discussão de caso: PEP no InCor - 105
9. TELEMEDICINA: O ACESSO À DISTÂNCIA AOS REGISTROS DE SAÚDE - 109
10. PEP E BASES DE CONHECIMENTO NA PRÁTICA DE SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIA - 131
10.1. Introdução - 131
10.2. Bases de conhecimento e a geração de evidência - 132
11. ESTUDOS RETROSPECTIVOS NA PESQUISA BIOMÉDICA - 145
12. APLICAÇÕES EDUCACIONAIS DO PEP - 151
12.1. Sistematização da observação clínica - 152
12.2. Aprendizagem baseada em problemas - 154
12.3. Desafios para aplicação do PEP - 155
13. A INFRA?ESTRUTURA BRASILEIRA PARA A CONSTRUÇÃO DO REGISTRO ELETRÔNICO DE SAÚDE - 159
13.1. Introdução - 159
13.2. Cenário atual - 160
13.3. Cenário desejado para o SNIS - 161
13.4. Padrões nacionais ? o Cartão Nacional de Saúde - 162
13.5. Padrões de vocabulários - 165
13.6. Padrões internacionais de conteúdo e estrutura - 166
13.7. Padrões de conteúdo e estrutura no Brasil - 167
13.8. Padrões de comunicação - 168
13.9. Padrões de segurança da informação em saúde - 170
13.10. A infra?estrutura brasileira de chaves públicas - 170
14. O IMPACTO DO PEP NO MERCADO DE SAÚDE - 173
14.1. O mercado de saúde no Brasil - 173
14.2. A gestão e a informação - 174
14.3. O paciente entra em cena - 175
14.4. A organização do mercado - 176
14.5. A armadilha que o modelo acima esconde - 177
14.6. A fraude e o re?trabalho - 178
14.7. O PEP como instrumento da organização - 178
15. CONSIDERAÇÕES SOBRE A ÉTICA E O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE - 183
15.1. Introdução - 183
15.2. Moral, ética e estética - 187
15.3. Os aspectos legais - 188
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