| Moser, Antonio. Biotecnologia e bioética: para onde vamos? Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. 451 p. ISBN85-326-3011-1 QH332 M899b 2004
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO - 7
I - BIOTECNOLOGIA: A GRANDE VIRADA HISTÓRICA - 17
1. Projeto Genoma: ponto de partida ou de chegada? - 20
1.1. Fases preliminares - 20
1.1.1. Cientistas franceses largam na frente - 21
1.1.2. Os norte-americanos entram em ação - 24
1.2. Algumas dificuldades - 27
1.2.1. Dificuldades previsíveis - 27
1.2.2. Barreiras ideológicas - 29
1.2.3. Dois episódios ilustrativos - 31
1.3. Acenos para alguns resultados - 32
1.3.1. Algumas ressalvas - 33
1.3.2. Principais objetivos alcançados - 34
1.3.3. Algumas surpresas - 35
2. O que é mesmo a biotecnologia - 38
2.1. Traços da biotecnologia antiga - 39
2.2. A biotecnologia moderna - 40
2.3. Biotecnologia de ponta - 43
3. Um contexto de evoluções e revoluções - 47
3.1. o mundo em meio a mudanças rápidas e profundas - 48
3.2. Projeto Manhattan: a descoberta do gênio da garrafa - 51
3.3. Projeto Apollo: um mundo sem fronteiras físicas - 54
Conclusão - 56
Bibliografia para aprofundamento - 58
II - BIOGENÉTICA: UMA HISTÓRIA DE CONQUISTAS - 59
1. Maravilhas que se escondem num grão de ervilha - 61
1.1. Predecessores: humanismo ou mecanicismo? - 61
1.2. Mendel: a lógica de uma evolução - 65
1.3. A biogenética em três etapas - 67
1.3.1. Genética clássica: quem são e onde estão os genes? - 68
1.3.2. Um grande salto: a descoberta da estrutura do DNA - 69
1.3.3. O DNA recombinante: revolução à vista - 71
2. Mergulhando na intimidade da biogenética - 73
2.1. Ressaltando marcos - 73
2.1.1. O que sabíamos - 74
2.1.2. O que ficamos sabendo - 77
2.1.3. Perscrutando o futuro - 80
2.2. Misteriosos personagens em ação - 83
2.2.1. DNA: dois metros de fita com milhões de informações - 83
2.2.2. Proteínas: mais poderosas do que parecem - 85
2.2.3. Genes: importantes, mas nem tanto - 86
3. Mudança de paradigma: do simples ao complexo - 90
3.1.O que é um paradigma? - 91
3.2. Do paradigma clássico para o complexo - 93
3.3. Informação: a chave do segredo - 97
Conclusão - 102
Bibliografia para aprofundamento - 104
III - UMA PEQUENA RADIOGRAFIA DAS CONQUISTAS - 105
1. Agricultura: milagres controvertidos - 108
1.1. A polêmica dos transgênicos - 108
1.2. Será que a biotecnologia é neutra? - 112
1.3. Beneficios, apesar de tudo? - 116
2. Economia: novas matrizes operacionais - 120
2.1. Em que consistem as novas matrizes operacionais? - 121
2.2. Nova produção industrial à vista - 125
2.3. Biotecnologia ambiental - 127
3. Medicina: na busca do Santo Graal? - 130
3.1. O Santo Graal não se encontra na biotecnologia - 131
3.2. Medicina preventiva: prever, prevenir e restaurar - 134
3.2.1. Novas ferramentas - 135
3.2.2. Novas técnicas preditivas e preventivas - 136
3.3. Novos produtos terapêuticos - 137
Conclusão - 141
Bibliografia para aprofundamento - 142
IV - TRANSMISSÃO DA VIDA EM LABORATÓRIO - 143
1. O estatuto do embrião - 145
1.1. Gradualismo: fundo histórico-filosófico - 146
1.2. Teorias mais recentes - 149
1.3. Como posicionar-se? - 153
2. Inseminação e fecundação artificiais - 158
2.1. Razões invocadas - 158
2.2. Dificuldades técnicas - 161
2.3. Questionamentos: onde se encontram os problemas? - 165
3. Partenogênese e clonagem: para onde vamos? - 168
3.1. Da natureza ao laboratório - 169
3.2. Algumas constatações e algumas distinções fundamentais - 174
3.2.1. Constatações que vieram à tona - 174
3.2.2. Células-tronco: uma descoberta revolucionária - 177
3.2.3. Clonagem reprodutiva e terapêutica: distinções e ponderações - 180
Conclusão - 184
Bibliografia para aprofundamento - 185
V - MANIPULAÇÃO COMO CHAVE DE LEITURA - 187
1. Esclarecendo um conceito - 189
1.1. Ambigüidade semântica - 190
1.2. Ambigüidade da atuação em nível cósmico - 191
1.3. Ambigüidade em nível de relacionamento humano - 194
1.3.1. Manipulando com a melhor das intenções - 195
1.3.2. Operação sistemática e calculada - 197
1.3.3. Chegando ao cerne da questão - 198
2. Áreas de maior incidência - 199
2.1. No campo político-social: quem dá as cartas? - 200
2.1.1. Na imprensa em geral: no fio da navalha - 200
2.1.2. Na grande imprensa: rasgando as máscaras - 202
2.1.3. Na sociedade: antigos e novos agentes - 204
2.2. Ensino ou educação? - 208
2.3. Religião: entre a cruz e a espada - 210
2.3.1. Questão complexa - 210
2.3.2. Não colocar a culpa só no passado - 213
2.3.3. Mergulhar no fenômeno religioso e suas contradições - 216
Conclusão - 219
Bibliografia para aprofundamento - 221
VI - DIAGNOSTICANDO DOENÇAS E BUSCANDO CURA DEFINITIVA - 223
1. Localizando anomalias - 226
1.1. Anomalias originadas do número de cromossomos - 226
1.2. Anomalias menos visíveis - 230
1.3. Anomalias que remetem para um único gene - 231
2. Buscando terapias - 233
2.1. Revendo, prevendo e prevenindo - 234
2.1.1. Revendo a história - 234
2.1.2. Prevendo doenças e assumindo atitudes - 236
2.1.3. Aconselhamento genético - 238
2.2. Objetivos, métodos e técnicas - 240
2.2.1. Objetivos e distinções prévias - 241
2.2.2. Retrospecto histórico - 242
2.2.3. Riscos e desafios - 243
2.3. Diferentes níveis de intervenção genética - 245
3. Aceitando limites e buscando um horizonte maior - 249
3.1. Assumindo os limites técnicos - 249
3.2. Aceitando os limites antropológicos - 254
3.3. O sentido das curas efetuadas por Jesus - 258
Conclusão - 261
Bibliografia para aprofundamento - 262
VII - BUSCANDO LUZES NA TEOLOGIA DA CRIAÇÃO - 263
1. A criação em três tempos - 266
1.1. Deus: agindo e deixando agir - 266
1.2. Revolução industrial: a humanidade assume o senhorio - 270
1.3. Revolução da genética: onde se encontra a diferença? - 272
2. Várias leituras possíveis - 276
2.1. Leitura factual - 277
2.2. Leitura simbólica e alegórica - 279
2.3. Leitura dialética: do caos ao cosmos - 282
3. Natureza humana: impasse ou solução? - 285
3.1. O bloqueio por um conceito de natureza - 286
3.1.1. Recordando dificuldades - 286
3.1.2. Assimilando o que há de novo - 289
3.2. Desbloqueio pelo ângulo corretivo - 292
3.2.1. Natureza não é só matéria - 292
3.2.2. A natureza conhece mudanças - 293
3.2.3. A natureza também erra - 294
3.3. Desbloqueio sob o ângulo prospectivo - 295
3.3.1. Tranqüilidade em demasia? - 296
3.3.2. Por que não projetar? - 297
Conclusão - 301
Bibliografia para aprofundamento - 303
VIII - BIOÉTICA: UMA MISSÃO E MUITAS TENDÊNCIAS - 305
1. Bioética: surge algo de novo no horizonte - 308
1.1. O contexto de onde emerge o texto - 308
1.2. Pessoas, obras e instituições que marcam a trajetória inicial - 312
1.3. Os grandes princípios orientadores - 317
2. Questionamentos e desdobramentos previsíveis - 322
2.1. Críticas a partir de vários flancos - 323
2.2. Pequenos mas significativos aportes - 325
2.2.1. A partir do conceito - 326
2.2.2. A partir da ótica feminista - 327
2.2.3. Passando do acento confessional para o laical - 328
2.3. Amplitude da temática requer fio condutor e chave de leitura - 330
3. Algumas leituras alternativas - 333
3.1. Leitura fenomenológica: a ética no humano - 334
3.2. Leituras teológicas - 336
3.2.1. Considerações introdutórias - 337
3.2.2. Uma cosmovisão e uma mística - 338
3.2.3. Uma indispensável abertura para a transcendência - 339
3.3. A leitura latino-americana - 340
3.3.1. Como sobreviver numa sociedade que mata? - 341
3.3.2. Os códigos salvam? - 342
3.3.3. Para que servem os laboratórios? - 344
Conclusão - 345
Bibliografia para aprofundamento - 346
IX - NA BUSCA DE MATRIZES OPERACIONAIS - 347
1. Superando a perplexidade - 349
1.1. Já não dá para recorrer ao passado - 350
1.2. É preciso acionar mecanismos operacionais - 352
1.2.1. Discernindo e detectando manipulações - 353
1.2.2. Ajudando a estabelecer limites - 356
1.2.3. Quem se responsabiliza pelo presente e pelo futuro? - 359
2. Onde se localiza a ética da sobrevivência? - 362
2.1. Consciência crítica: questão central da bioética - 363
2.2. Um decálogo para a era biotecnológica - 367
2.3. Algumas questões ilustrativas - 369
2.3.1. Biossegurança: um caso revelador - 370
2.3.2. Patenteamento de genes: um excelente negócio - 372
2.3.3. Riscos de saber antes e demais - 374
3. Acolhendo peritos em humanidade - 377
3.1. Anunciando o Evangelho da Vida - 378
3.2. Fundamentos doutrinários - 381
3.3. 0 significado positivo dos "nãos" - 383
Conclusão - 387
Bibliografia para aprofundamento - 389
X - APRENDENDO A CONVIVER COM UMA NOVA REALIDADE - 391
1. Novas posturas pessoais - 394
1.1. Importa cultivar um espírito de admiração reverente - 395
1.2. Não há solução fácil para problemas difíceis - 399
1.3. Cientistas expressam encantamento e humildade - 404
2. Novas posturas comunitárias - 407
2.1. A importância de uma visão de conjunto - 407
2.2. Aprendendo a conviver com o diferente - 411
2.3. Aprendendo a controlar as emoções - 414
3. Posturas sociais - 417
3.1. Vencer o medo diante do que é novo - 418
3.2. A pressa é inimiga do bom - 420
3.3. Democratizar benefícios - 423
Bibliografia para aprofundamento - 428
Conclusão geral - 429
Referências bibliográficas - 433
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