Biblioteca - Centro de Bioética
CREMESP

Engelhardt, H. Tristram. Fundamentos da bioética. Tradução de José A. Ceschin. São Paulo-SP : Loyola, 1998. 518p. ISBN 85-15-01683-4   QH332 E57f  1998

SUMÁRIO

Apresentação à edição brasileira - 7
Referências bibliográficas - 11
Prefácio - 13
Agradecimentos - 19

CAPÍTULO 1: INTRODUÇÃO: A BIOÉTICA COMO SUBSTANTIVO PLURAL - 21
A bioética diante do pluralismo moral - 21
A bioética e a pós-modernidade - 34
Política, moralidade e bioética - 40
A bioética em ruínas - 43
A tolerância diante da diversidade moral - 44

CAPÍTULO 2: AS BASES INTELECTUAIS DA BIOÉTICA - 51
Variedades de éticas - 52
O problema da objetividade na moral - 56
Moralidade e bioética para amigos; moralidade e bioética para estranhos - 116
Comunidades, secularidade e bioética: assistência à saúde em um mundo moralmente fragmentado - 122
A bioética diante da diversidade moral. um resumo - 128

CAPÍTULO 3: OS PRINCÍPIOS DA BIOÉTICA - 131
Consentimento e beneficência: o conflito na raiz da bioética - 132
O princípio da justiça - 156
O princípio da bioética - 157
Tensão moral e o centralismo dos direitos de tolerância - 160
Direitos e obrigações conflitantes - 166
Teyku: a opacidade de alguns problemas para o raciocínio moral - 167

CAPÍTULO 4: O CONTEXTO DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE: PESSOAS, POSSES E ESTADOS - 169
O lugar especial das pessoas - 169
Possuir pessoas, animais e coisas - 196
Os Estados e sua autoridade - 212
Uma reflexão pós-moderna sobre propriedade, Estados e políticas de assistência médica - 229

CAPÍTULO 5: AS LINGUAGENS DA MEDICALIZAÇÃO - 231
Dando forma à realidade - 231
As quatro linguagens da medicina - 242
A construção social da realidade médica e o desafio do julgamento clínico - 274
Considerar um problema como médico, e não como legal, religioso ou educacional - 279
Democratização da realidade médica: conclusões - 285

CAPÍTULO 6: O FIM E O COMEÇO DAS PESSOAS: MORTE, ABORTO E INFANTICÍDIO - 289
A definição de morte - 291
Aborto, dano aos fetos e infanticídio - 307
O paciente como pessoa: a visão moral secular - 341

CAPÍTULO 7: LIVRE E INFORMADO CONSENTIMENTO, RECUSA DE TRATAMENTO E A EQUIPE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA: AS MUITAS FACES DA LIBERDADE - 345
O relacionamento entre o paciente e quem o cura - 348
Livre e informado consentimento - 361
O caráter de sigilo - 414
Suicídio, eutanásia e a escolha de um estilo para morrer - 419
A equipe de assistência à saúde - 440

CAPÍTULO 8: DIREITOS A ASSISTÊNCIA MÉDICA, A JUSTIÇA SOCIAL E A IMPARCIALIDADE NAS ALOCAÇÕES PARA ASSISTÊNCIA MÉDICA: FRUSTRAÇÕES DIANTE DA FINITUDE - 447
Política de assistência à saúde. a ideologia da assistência igual e ideal - 449
justiça, liberdade e desigualdade - 453
Das macroalocações às microalocações - 465
Modelos conflitantes de justiça: da essência ao procedimento - 470
A inevitabilidade moral de um sistema de assistência à saúde de várias camadas - 481
Conclusões: criando direitos a assistência médica diante da diversidade moral - 489

CAPÍTULO 9: REFORMANDO A NATUREZA HUMANA: VIRTUDE COM ESTRANHOS MORAIS E RESPONSABILIDADE SEM ESSÊNCIA MORAL - 491
Desorientação cósmica - 491
O dr. "sinta-se bem" e a busca da saúde, drogas, tratamentos, bem-estar artificial e a realização da felicidade - 495
Virtudes e defeitos - 502
Pós-modernidade, pluralismo e secularidade: a visão da bioética secular - 506

Índice de nomes - 509
Sumário - 517