Stepke, Fernando Lolas. Bioética e medicina: aspectos de uma relação. São Paulo : Loyola, 2006. 176p. ISBN 978-85-15-03426-0 QH332 S827b 2006
Sumário
Apresentação - 9
1.
As profissões e o conhecimento formal - 13
O conhecimento formal - 13
As mutações do conhecimento formal da interpretação tecnológica - 15
Da racionalidade técnica - 18
Das praxiologias ou ciências de ações - 20
O imperativo ético - 21
Saber e poder - 23
Distintas formas de poder profissional - 25
Os usos do conhecimento formal - 26
A produção do conhecimento - 28
Eficácia e efetividade - 31
2.
A medicina como praxiologia - 33
Produção, signo, poder, pessoa: um conjunto de tecnologias - 33
Das racionalidades em medicina - 38
Conhecimento e aplicação do conhecimento em medicina - 39
As vicissitudes da pós-modernidade - 41
3.
Da pesquisa biomédica - 47
Pesquisa: conhecimento e renovação disciplinar - 47
Cientificidade: invenção, inovação, transformação - 48
Pesquisa e ensino - 52
4.
Comunidades científicas, áreas de pesquisa e especialidades: estruturas cognitivas e sociais - 57
A construção de objetos científicos: tarefa de comunidades científicas - 57
A coesão das comunidades científicas - 60
A comunidade científica como rede social - 64
5.
A dimensão bioética da pesquisa e da prática médicas - 67
Sobre o discurso bioético - 67
A pesquisa que envolve sujeitos humanos - 72
A participação voluntária dos sujeitos de pesquisa - 75
A confusão entre tratamento e pesquisa - 81
O papel das normas - 83
O contexto social das normas éticas - 86
Respeito às pessoas - 87
Vulnerabilidade - 88
Beneficência - 89
Justiça - 90
Imperativos da pesquisa - 91
O valor das normas escritas - 92
Comitês de ética de pesquisa - 92
Riscos, prejuízos e benefícios - 96
6.
Tecnologias sanitárias no contexto social: uma reflexão bioética - 99
Definição de tecnologia - 99
Classificação das tecnologias - 100
Significado das tecnologias sanitárias - 101
A profissão médica e as tecnologias - 102
A “brecha epistêmica” e o “iluminismo tecnológico” - 103
“Uso adequado” das tecnologias - 105
Moral e tecnologia - 106
Os riscos das tecnologias - 109
Considerações finais - 111
7.
O desafio ético da comunicação no campo da saúde - 113
A ciência não usa a linguagem, é linguagem - 113
A construção narrativa da saúde - 114
Informação, conhecimento, notícia - 115
Ética, discurso, diálogo - 116
Presença do ético - 117
Princípios bioéticos - 118
Discursos e poder - 119
A revolução midiática - 120
Ética da comunicação científica: outros aspectos - 122
Comunicação, saúde, ética - 124
8.
Bioética, comunicação e eqüidade em saúde - 129
Bioética e comunicação em saúde: importância do tema - 129
Crenças, normas, fatos - 130
Philotekhnia, philo-anthropia e autophilia - 130
Responsabilidade e confiança - 131
Diferentes racionalidades na relação perito-não-perito - 132
A comunicação científica - 133
A informação pública - 134
Eqüidade de acesso à informação e comunicação - 135
9.
A reforma do setor de saúde e os fins da medicina - 137
Reforma sanitária: uma tarefa perene - 137
Os desafios - 139
Medicina e sociedade - 140
Os fins da medicina - 140
Conseqüências práticas - 142
10.
Aspectos bioéticos da decisão terapêutica - 145
O médico, o doente, a doença - 145
A díade clássica (insular) - 146
Formas de práxis e racionalidades - 147
As circunstâncias - 148
Papéis sociais - 149
Modelos de relação médico-paciente - 150
Terapêutica: processo, procedimento, produto - 150
Curar, recuperar, cuidar - 151
Condicionantes da terapia - 152
Correntes da medicina contemporânea - 154
11.
Bioética e psicofarmacologia - 157
O medicamento: entre a palavra e o bisturi - 157
Bioética: o diálogo em ação - 158
Bioética e prescrição psicofarmacológica - 159
Bioética e pesquisa clínica psicofarmacológica - 162
Algumas conclusões - 164
12
Antropologia médica - 167
Formas de antropologia médica: significado e alcance - 167
Espaço, tempo, pessoa, sociedade - 169
A escola de Heidelberg - 170
Antropologia médica e bioética: a síntese que aguarda - 171
Referências bibliográficas - 173