Barbas, Stela Marcos de Almeida Neves. Direito do genoma humano. Coimbra, PT : Edições Almedina S/A, 2007. 750p. (Coleção Teses). ISBN 978-9724-032504. QH447 B229d 2007
INTRODUÇÃO
O PROBLEMA
SECÇÃO I
Delimitação do objecto da dissertação
1. Os factos: genoma humano; a tese da vida, 11
2. Tese: do Direito ao genoma humano ao Direito do genoma humano, 14
SECÇÃO II
Plano da exposição
3. Ordem de análise, 19
PARTE I
GENOMA HUMANO. PROLEGÓMENOS
TÍTULO I
ENQUADRAMENTO CIENTÍFICO
CAPÍTULO I
DESCOBERTA DO GENOMA HUMANO
SECÇÃO I
Antes do DNA
4. Até Mendel, 37
5. Mendel e após Mendel, 39
SECÇÃO II
Depois do DNA
6. Descoberta do DNA, 43
7. "Segundo código genético", 45
8. Início do Projecto do genoma humano, 48
9. Alguns avanços, 50
10. Primeira divulgação do mapa do código genético, 56
11. Lições do Livro da Vida, 56
12. Descodificação de genomas de animais, 59
13. Continuação da descodificação do genoma humano, 61
14. Ainda em aberto, 65
CAPÍTULO II
PROJECTO DO GENOMA HUMANO
SECÇÃO I
Introdução
15. Quarta revolução da Medicina, 69
16. A investigação e os inalienáveis direitos fundamentais do ser humano, 70
17. Objectivos do Projecto, 73
18. Internacionalização do Projecto, 76
SECÇÃO II
Medicina preditiva e testes genéticos
19. Medicina preventiva, 85
20. Tipos de testes, 87
20.1 Diagnóstico pré-sintomático de doenças monogénicas, 87
20.2 Diagnóstico de predisposições, 88
20.3 Diagnóstico de predição de riscos para futuras gerações, 88
20.4 Rastreio, 88
SECÇÃO III
Terapia génica e engenharia genética de melhoramento
21. Introdução, 91
22. Terapia génica somática, 94
23. Terapia génica germinativa, 96
23.1 Objeções, 97
23.2 Posição adoptada, 98
24. Engenharia genética de melhoramento, 100
TÍTULO II
ENQUADRAMENTO RELIGIOSO
SECÇÃO I
Introdução
25. A necessidade de uma inteligência superior na suprema organização do código da vida, 105
26. O ser humano e a Religião, 106
SECÇÃO II
Posição da Religião Católica
27. Considerações gerais, 107
28. Magistério da Igreja e engenharia genética, 109
29. Princípios, 113
SECÇÃO III
Posição da Religião Muçulmana
30. Princípios, 119
SECÇÃO IV
Posição da Religião Judaica
31. Princípios, 121
TÍTULO III
ENQUADRAMENTO BIOÉTICO
SECÇÃO I
Introdução
32. Revolução genómica, 127
33. Despotismo da era genómica, 128
SECÇÃO II
Noção de Bioética. Génese e evolução
34. Tentativas de aproximação conceptual, 131
35. Van Potter.Outros contributos, 133
36. Raízes da Bioética, 137
37. Controlo da investigação, 139
SECÇÃO III
A Bioética como abordagem pluridisciplinar
38. Metodologia, 141
39. Sociedade e progressos genómicos, 142
SECÇÃO IV
Regulamentação da Bioética
40. Textos com aplicação na Bioética, 145
SECÇÃO V
Conclusão
41. Alguns princípios essenciais para a nova área genómica, 149
42. Genoma humano, Bioética, direitos, deveres e gerações futuras, 150
43. O decifrar do ser humano na singularidade da sua individualidade e na universidade da Humanidade, 151
PARTE II
GENOMA HUMANO E DIREITO
TÍTULO I
GENOMA HUMANO, PESSOA E BIODIREITO
CAPÍTULO I
TENTATIVA DE DELIMITAÇÃO CONCEPTUAL DA PESSOA
SECÇÃO I
Introdução
44. Genoma humano e limites da pessoa, 161
45. A crise da perda da identidade do homem, 165
SECÇÃO II
Pessoa e Filosofia
46. Introdução, 167
47. Contributos para uma definição de pessoa, 168
48. Posição adoptada, 172
SECÇÃO III
Pessoa e início da vida humana
Algumas teses sobre uma cronologia da pessoa
49. Objecto e justificação da presente secção, 177
50. Nem sequer o nascimento!, 179
51. Nascimento, 183
52. Viabilidade fetal, 184
53. Organogénese, 185
54. Nidação, 189
55. Concepção. Posição adoptada, 197
SECÇÃO IV
Genoma humano, Pessoa e Personalismo
56. Personalismo cristão, 209
57. Ontologia e Direito, 211
58. Personalismo jurídico, 212
CAPÍTULO II
INÍCIO DA PERSONALIDADE JURÍDICA
SECÇÃO I
Conceito de personalidade jurídica
59. Persona, 219
60. Pessoa humana e pessoa jurídica, 220
61. As raízes da personalidade jurídica, 221
SECÇÃO II
Debate doutrinal
62. O nascituro ainda não tem personalidade jurídica mas goza de determinados direitos, 227
63. O nascituro já tem personalidade jurídica, 232
SECÇÃO III
Posição adoptada
64. A força juscientífica da ectogénese, 235
CAPÍTULO III
PESSOALIZAÇÃO VERSUS OBJECTIVAÇÃO/REIFICAÇÃO DO GENOMA HUMANO
SECÇÃO I
Introdução
65. Uma possível subversão terminológica, 245
SECÇÃO II
Reificação do corpo humano?
66. Os progressos biotecnológicos e uma nova visão do corpo, 249
67. O corpo como um conjunto de peças desmontáveis, 253
68. Redução do corpo a res commerciabilis, 257
SECÇÃO III
O genoma humano não é um objecto/res. Conclusões
69. A pessoa como ser corpore et anima unus, 261
70. A vida genómica é o valor em que se alicerçam todos os
desenvolvimentos sucessivos da pessoa, 267
TÍTULO II
O PRINCÍPIO DA AUTONOMIA PRIVADA POSTO EM CAUSA?
CAPÍTULO I
RAZÕES DA INTERROGAÇÃO
71. O homem predeterminado pelo genoma?, 279
72. A nova versão da alma humana: o genoma, 283
73. Determinismo genómico e o determinismo ambiental, 284
CAPÍTULO II
AUTONOMIA, ERA GENÓMICA E DIREITO
SECÇÃO I
Introdução
74. Noção de autonomia, 289
75. A autonomia privada como um princípio característico do Direito
Civil, 291
SECÇÃO II
Fabricação do ser humano à la carte
76. Genoma humano, o moderno oráculo, 295
77. O novo Adão genomicamente programado, 301
SECÇÃO III
(Re)edição do eugenismo?
78. Introdução, 307
79. Noção de eugenismo, 309
80. Eugenismo: génese e evolução, 311
81. Novas perspectivas jurídicas equacionadas pelo actual eugenismo,
315
SECÇÃO IV
Posição adoptada
82. A pessoa sã é um "cadáver adiado"?, 321
83. Soluções propostas, 322
CAPÍTULO III
CONSETIMENTO INFORMADO PARA O CONHECIMENTO E INTERVENÇÃO NO GENOMA HUMANO
SECÇÃO I
Introdução
84. O adágio noli me tangere, 327
85. O consentimento informado como um meio de tutela jurídica do doente, 328
86. O consentimento informado como um meio de tutela jurídica do médico, 329
87. A problemática da aplicação prática do consentimento informado, 330
SECÇÃO II
Elementos do consentimento
88. Noções gerais, 333
89. Capacidade, 334
89.1 Introdução, 334
89.2 Síntese de diplomas legislativos que acentuam o princípio da autonomia do incapaz, 336
89.3 Incapazes, 340
89.3.1 Interditos e inabilitados. Razão de ordem, 340
89.3.2 O caso particular dos menores como modelo da incapacidade jurídica, 341
89.3.2.1 Tutela jurídica de situações de "maioridade antecipada", 341
89.3.2.2 Poder paternal, 345
89.3.2.2.1 Conteúdo e limites do poder paternal, 345
89.3.2.2.2 Singularidade da confissão religiosa Testemunha de Jeová, 347
89.3.2.3 Tutela, administração de bens e regimes especiais de suprimento da incapacidade dos menores, 351
89.3.2.4 Participação de menores em investigações biomédicas, 354
90. Vulnerabilidade, 356
91. Informação, 358
91.1 Noção e âmbito, 358
91.2 Critérios. Posição adoptada, 359
SECÇÃO III
Síntese legislativa
92. Introdução, 363
93. Declaração, Resoluções, Convenções e Recomendações Internacionais, 364
94. Direito português, 366
SECÇÃO IV
A relação da pessoa consigo mesma e o consentimento informado
95. Relevância crescente do princípio da autonomia privada do doente, 373
96. Valor jurídico das directrizes prévias; nomeação de um representante e testamento vital, 377
97. Eventuais conflitos entre o doente e o médico na tomada de determinadas decisões, 382
97.1 Dissentimento do doente: fundamentação jurídica, 382
97.2 Objecção de consciência do médico, 386
98. Alguns limites à autonomia do doente, 387
CAPÍTULO IV
DIREITO À AUTODETERMINAÇAO INFORMACIONAL GENÓMICA
SECÇÃO I
Direito a ser informado do resultado dos testes genéticos
99. Introdução, 391
100. O direito a ser informado e o princípio da autonomia privada, 394
101. Excepções, 396
SECÇÃO II
Direito a não ser informado do resultado dos testes genéticos
102. Introdução, 399
103. O direito a não ser informado e o princípio da autonomia privada, 399
104. Excepções, 402
105. Um dever de saber?, 404
106. Sigilo médico, 407
CAPÍTULO V
DIREITO À PRIVACIDADE GENÓMICA
SECÇÃO I
Introdução
107. Necessidade de registro, 417
108. Genoma e identificação, 418
109. O equacionar de alguns problemas, 421
SECÇÃO II
Síntese legislativa
110. Privacidade e informação de saúde, 423
SECÇÃO III
A conquista do nosce te ipsum
111. Conhecimento do homem na sua integralidade, 429
SECÇÃO IV
Privacidade genómica ou discriminação genómica
112. Autonomia, privacidade e igualdade, 433
113. A pessoa prisioneira do seu próprio genoma, 435
114. Alguns limites ao direito à privacidade genómica, 436
CAPÍTULO VI
CLONAGEM HUMANA
SECÇÃO I
Introdução
115. Clonagem terapêutica e clonagem reprodutiva, 441
116. O clone tem a sua autonomia privada coarctada ab initio, 443
SECÇÃO II
Clonagem terapêutica
117. Âmbito da clonagem terapêutica, 447
118. A problemática da criação e utilização de embriões humanos obtidos por clonagem, 448
119. Outros grupos de células estaminais humanas, 449
119.1 Noção de células estaminais (stem cells), 449
119.2 Origem das células estaminais, 451
119.3 Células estaminais embrionárias (embryonic stem cells), 451
119.4 Células estaminais provenientes de tecido fetal humano obido na sequência de um aborto (embryonic germ cells), 453
119.5 Células estaminais oriundas de órgãos de um indivíduo adulto (adult stem cells), 453
119.6 Células estaminais extraídas de estruturas biológicas que se assemelhem a embriões humanos mas que são incapazes de dar origem a um ser humano e de linhas celulares previamete existentes obtidas a partir de células estaminais embrionárias, 456
120. Proposta de legislação, 458
120.1 Investigação em células estaminais, 459
120.2 Comissão Nacional para a avaliação e autorização de projectos de investigação em células estaminais embrionárias, 460
120.3 Bancos de linhas celulares estaminais, 460
SECÇÃO III
Clonagem reprodutiva de seres humanos
121. Âmbito da clonagem reprodutiva de seres humanos, 461
122. Dúvidas e contradições suscitadas no nosso Direito Civil pela clonagem reprodutiva de seres humanos, 462
123. Síntese legislativa, 467
124. Proposta de legislação, 474
124.1 Clonagem reprodutiva de seres humanos, 474
SECÇÃO IV
Posição adoptada
125. O recurso a outras células estaminais como fonte alternativa, 475
126. Condenação da clonagem reprodutiva, 475
127. Expressão de um novo materialismo: a genomania?, 476
128. O ser humano não se reduz ao genoma, 476
TÍTULO III
TUTELA JURÍDICA DO GENOMA HUMANO EM ESPECIAL
CAPÍTULO I
GENOMA E DIREITO CONSTITUCIONAL
SECÇÃO I
Até ao Direito Constitucional
129. Problemas equacionados, 489
SECÇÃO II
Conclusões a partir da pessoa?
130. A vida humana como valor anterior e superior à Constituição, 493
131. Liberdade de investigação e direitos constitucionais, 495
132. Direito à identidade. Identidade pessoal e identidade genómica, 496
133. Direito à diferença. Democracia ou "genomacracia", 498
134. Enigmas, 501
135. Biodireito e direitos constitucionais, 501
CAPÍTULO II
GENOMA E DIREITO DA FAMÍLIA DNA E INVESTIGAÇÃO DA FILIAÇÃO
SECÇÃO I
Introdução
136. A questão essencial da identidade, 505
SECÇÃO II
Verdade genómica ou realidade sociológica? Síntese legislativa
137. Introdução, 509
138. Do realismo germânico ao voluntarismo de inspiração francesa.
Algumas soluções de direito comparado, 510
139. Ordenamento jurídico português, 515
140. Proposta de legislação, 517
SECÇÃO III
Direito à identidade genómica
141. Razão de ser, 519
SECÇÃO IV
Tipos de testes
142. Introdução, 525
143. Testes médicos, 525
144. Testes genéticos, 526
145. Testes genéticos: continuação; o teste de DNA, 527
SECÇÃO V
Estabelecimento da filiação
146. Estabelecimento da maternidade, 529
147. Estabelecimento da paternidade, 530
148. Estabelecimento da filiação: continuação. Vantagens da utilização do teste de DNA, 531
149. Estabelecimento da filiação e procriação medicamente assistida.
Ordenamento jurídico português, 535
150. Estabelecimento da filiação e procriação medicamente assistida.
Proposta de legislação, 536
150.1 Princípios gerais, 536
150.2 Maternidade, 537
150.3 Paternidade, 537
150.4 Presunção de paternidade, 538
150.5 Mãe portadora, 538
150.6 Inseminação e fertilização in vitro post-mortem, 539
150.7 Implantação/transferência post-mortem, 544
SECÇÃO VI
Da recusa à sujeição a um teste
151. Introdução, 545
152. Alguns exemplos de direito comparado, 546
153. Ordenamento jurídico português, 5483
154. Posição adoptada, 556
154.1 Princípio geral, 556
154.2 Algumas especificidades, 556
154.3 Admissibilidade da sujeição compulsiva a testes genéticos?
Necessidade de elaboração de uma lei específica que imponha a realidade coerciva de testes de DNA para fins de determinação de perfil genómico de progenitor, 559
CAPÍTULO III
GENOMA E DIREITO DO TRABALHO LIMITES DA ENTIDADE PATRONAL AO CONHECIMENTO DO GENOMA DO TRABALHADOR
SECÇÃO I
Introdução
155. Problemas equacionados, 567
156. Monitorização genética dos trabalhadores, 570
157. Direitos do trabalhador, da entidade patronal e da sociedade, 572
158. Opções legislativas, 577
SECÇÃO II
Regime jurídico e soluções propostas
159. Síntese legislativa, 579
160. Predição de doenças monogénicas, 585
160.1 Predição de doenças monogénicas incuráveis, 585
160.2 Predição de doenças monogénicas para as quais já há terapia disponível, 592
161. Predisposição para doenças multifactoriais, 593
161.1 Introdução, 593
161.2 Carácter meramente probabilístico das predisposições genéticas, 594
161.3 Direito à privacidade, 594
161.4 Direito a não saber, 597
161.5 Direito ao trabalho, 597
161.6 Discriminação genómica, 598
161.7 Criação de classes de saudáveis doentes, 599
161.8 Procriação de seres humanos com o genoma procurado pelo mercado, 599
161.9 Nota final, 600
CAPÍTULO IV
GENOMA E DIREITO DOS SEGUROS LIMITES DAS SEGURADORAS AO CONHECIMENTO DO GENOMA DO SEGURADO
SECÇÃO I
Problemas equacionados
162. Introdução, 603
163. O risco como pressuposto causal do contrato de seguro, 606
164. Colisão de interesses, 607
165. De um dever de informação?, 608
166. De um direito a exigir o teste?, 610
SECÇÃO II
Regime jurídico
167. Síntese legislativa, 611
SECÇÃO III
Soluções propostas
168. Introdução, 615
169. Predição de doenças monogénicas. Fundamento e alcance da não existência de um regime jurídico privilegiado para estas enfermidades, em sede do Direito dos Seguros, 617
170. Predisposições para doenças multifactoriais. Fundamento e alcance da criação de um regime jurídico diferenciado para estas enfermidades, em sede do Direito dos Seguros, 619
CAPÍTULO V
GENOMA E CRIMINOLOGIA
SECÇÃO I
Introdução
171. Genoma deficiente: maldição ou bênção?!, 625
SECÇÃO II
O Programa do genoma humano e a eventual determinante correlação entre
a constituição genómica e a prática do crime
172. O caráter interdisciplinar do delito, 627
173. Sanção criminal ou tratamento médico?, 629
174. Antropologia criminal de Lombroso, 629
175. Críticas às teorias antropológico-causais do determinismo lombrosiano, 630
176. A componente biológica do crime é recorrente no caminhar da História, 631
177. Mitificação dos genes, 634
178. Determinismo, 635
179. Livre arbítrio, 635
180. De um Neolombrosianismo, 635
SECÇÃO III
Posição adoptada
181. A indispensabilidade de afastar a tentação de outro determinismo, 637
182. A componente genómica do crime não pode ser subestimada nem supervalorizada, 638
CAPÍTULO VI
GENOMA E DIREITO PROCESSUAL PENAL DNA E INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
SECÇÃO I
Introdução
183. O maior avanço na Medicina Legal. Problemas equacionados, 641
SECÇÃO II
Vantagens da utilização do DNA na investigação criminal
184. Análise do DNA, 645
185. Importância capital da aplicação do estudo do DNA na resolução de perícias médico-legais, 646
SECÇÃO III
Admissibilidade da sujeição compulsiva a testes de DNA? Síntese legislativa
186. Direito comparado, 653
187. Ordenamento jurídico português, 655
SECÇÃO IV
Posição adoptada
188. Necessidade de elaboração de uma lei específica que autorize a recolha coactiva de DNA e o posterior teste genético, 659
CONCLUSÕES, 663
BIBLIOGRAFIA, 679
ÍNDICE, 733