Biblioteca - Centro de Bioética
CREMESP

Stepke, Fernando Lolas; Drumond, José Geraldo de Freitas. Fundamentos de uma antropologia bioética: o apropriado, o bom e o justo. São Paulo, SP: Edições Loyola e Centro Universitário São Camilo, 2007. 216p. ISBN 978-85-15-03325-6.  QH332 S827f  2007

SUMÁRIO

Apresentação, 9

PREFÁCIO

Antropologia Bioética como projeto dialógico, 11

Dimensões da consciência moral, 11

Ofícios, profissões, valores, 12

O apropriado, o bom e o justo, 13

Fundamentos de uma antropologia bioética. Este livro, 14

Saber, saber-fazer e saber-estar. Por uma ética do conhecimento, 15

A idade de Bacon: ciência e modernidade, 15

Informação, conhecimento, sabedoria, 16

Invenção, inovação, transformação: os processos-produtos das instituições culturais, 18

Saber, saber-fazer e saber-estar, 20

Os méritos: instrumental, compreensivo, moral, 21

Formas de práxis, 22

Discurso descritivo e discurso prescritivo, 23

A responsabilidade do saber e do saber-fazer, 24

A práxis médica: interface entre ética, política e técnica, 27

Conhecimento e interesse, 27

O imperativo ético da profissão médica, 29

Etapas da história da medicina e suas finalidades, 31

Bioética: uma palavra com sorte, 35

Um pouco de pré-história, 35

Um nome com um longo passado e uma breve história, 38

Princípios em bioética, 41

Métodos em bioética, 43

A pesquisa científica em bioética, 45

O tema do ensino, 46

Bioética na América Ibérica, 49

A bioética como narrativa crítica, 51

Bioética: processo, procedimento, produto, 51

Heterogeneidade e relatividade dos discursos, 52

Formas do discurso bioético: dogmática e crítica, 55

A narrativa bioética como metanarrativa crítica, 56

Nota sobre ética aplicada, 58

Prática da bioética, 61

Situações-limite em saúde, 63

Por uma bioética do cotidiano, 63

Limites de (e nos) sistemas de cuidado da saúde, 64

Os limites como construções. O artificial e o natural, 66

Direitos humanos e saúde: considerações bioéticas, 69

A bioética como juízo valorizador diante da independência e da ambigüidade da técnica, 69

Justiça distributiva e solidariedade comunitária, 71

Juridicidade, bioética e direitos, 73

A autonomia e suas limitações, 75

Direitos de pacientes, médicos e pessoal da área da saúde, 77

Recapitulação, conclusões e perspectivas, 79

A morte e o morrer, 83

O processo de obsolescência, desvalimento ou incapacitação, 83

Medicalização e tecnologização da morte, 85

Os discursos sobre a morte, 86

O trabalho tanatoterapêutico, 89

Os atores: o moribundo, 90

O médico de hospital, 91

A enfermagem, 92

Os assistentes sociais, 92

Sacerdotes e pastores, 93

Os psicoespecialistas, 93

A paciência, a prudência e a morte, 94

O apropriado, o bom e o justo, 96

O desvalimento como processo biográfico, 99

A idade como desafio, 99

Dilemas éticos: dever e virtude, 100

Conseqüências do envelhecimento: dependência e incapacidade, 100

O processo de desvalimento: desvinculação-incapacidade, 101

Algumas conseqüências: restitutio ad integritatem, 103

Qualidade de vida e senscência. Uma nota sobre a noção de "eqüidade nutricional" nos sistemas de cuidado, 104

Sentido e significado da velhice, 111

Velhice e envelhecimento: biologia e biografia, 111

A relação entre as gerações, 117

O futuro da velhice e a velhice do futuro, 122

Ética da pesquisa biomédica: aspectos, perspectivas, contextos, 125

Aspectos do processo de pesquisa científica, 125

Perspectivas para análise: interna e externa, 126

Problemas da validade e legalidade, 127

Problemas de legitimidade, 128

Os contextos para o exame ético: individual, profissional, institucional, 131

Antropologia médica e bioética: paralelos e futuro, 133

Considerações sobre vulnerabilidade social, 141

Delimitação conceitual, 141

Preconceito, discriminação, estigma, 143

Risco e vulnerabilidade, 146

Formas de vulnerabilidade, 147

Reações à vulnerabilidade, 149

O problema da resiliência, 150

Considerações finais, 151

O sujeito da pesquisa: abordagens em seu estudo, 153

A pesquisa tecnocientífica como prática social, 153

A pesquisa com e em sujeitos humanos, 155

Pesquisa terapêutica e não-terapêutica, 156

Eqüidade em riscos e benefícios, 157

Motivações para ser sujeito experimental, 157

A auto-experimentação, 159

Considerações finais, 159

Os fins da medicina e o discurso bioético, 161

A medicina: disciplina e profissão, 161

Os fins da medicina: internos e externos, 162

O discurso bioético: matéria de princípios, 163

O lugar da verdade num mundo de evidências: a retórica das ciências biomédicas, 165

"Evidência" e "verdade", 165

Ciência e crença, 166

Heterogeneidade das "evidências", 168

Meios e fins, 168

O ethos médico e suas transformações, 171

Formação ética e perspectiva profissional do médico, 181

O profissionalismo em medicina, 187

A responsabilidade profissional do médico, 197

O apropriado, o bom e o justo.

Por uma "razão médica" bioética e antropológica, 203

Referências bibliográficas, 205

Índice remissivo, 211