Biblioteca - Centro de Bioética
CREMESP

Morte e existência humana: caminhos de cuidados e possibilidades de intervenção. Kovács, Maria Julia (coord.). Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2008. 222 p. ISBN 978-85-277-1424-2 (Fundamentos de psicologia).   QH332 M887m  2008

CONTEÚDO

 I VIVER E CONVIVER COM HIV/AIDS - 1

Adolescência e AIDS - 1

Os estigmas da AIDS - 2

A revelação do diagnóstico - 3

Cecília - 6

-Vida familiar - 6

-Vida escolar - 7

-Experiência com drogas - 7

-Vida social e afetiva - 8

-Experiência sexual - 8

-A doença - 8

-O que lhe era dito e o que ela pensava - 8

-O diagnóstico - 8

-Tratamento - 9

-Preconceitos e Discriminações - 9

-Medos e dificuldades - 9

-A AIDS e a questão da morte - 10

-Planos futuros - 10

-Refletindo sobre a experiência de Cecília - 10

Viver e crescer com HIV/AIDS - 11

-Perdas e lutos - 11

-Angústia da morte - 11

-"Ser normal" - 12

-Sentido da vida - 12

Comentários finais - 13

Referências bibliográficas - 15

II ADOLESCENTES - VIDAS INTERROMPIDAS: POR QUE É TÃO IMPORTANTE FALAR SOBRE MORTE COM ELES? - 16

Apresentação - 16

-Como a morte entrou na minha vida e a transformou (para muito melhor) - 16

Introdução - 17

-As várias faces da morte no século XXI, 17

-Adolescência: paixão pela vida ou paixão pelos riscos? - 18

-Os profissionais da educação e a abordagem do tema da morte no contexto escolar - 24

A partir das minhas inquietações, quais foram os meus questionamentos? - 28

-Quem foram os adolescentes ouvidos e o local da escuta? - 28

-Como busquei os depoimentos dos jovens? - 28

-Procedimentos - 29

O que os jovens têm a dizer sobre a adolescência e o tema da morte? - 29

Considerações finais e o início de um novo caminho: "Falando de morte na escola" - 38

Referências bibliográficas - 42

III O LUGAR DA MÃE NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL - PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO - 44

Sobre o Discurso - 44

O câncer infantil e a mãe - 45

À margem do leito - 47

-Os deslocamentos provocados pelo câncer - 47

-Saberes e cuidados - 49

-A circulação dos discursos - 50

-A Culpa - 51

-Quimioterapia, radioterapia, cirurgia e...oração - 54

Pensando a intervenção - 55

-Intervenção e transferência - 56

-Possibilidades de intervenção - 57

--Grupos de apoio - 58

--Atendimento individual e familiar - 59

Considerações finais - 59

Referências bibliográficas - 60

IV A MORTE SIMBÓLICA NA MENOPAUSA - 61

A menopausa e seus incômodos - 62

Meia-idade e individuação - 64

-A mulher na meia-idade - 66

Paralelos míticos - 67

-A descida ao mundo dos mortos - 67

-Afrodite, héstia, hécate e as deusas virgens na menopausa - 69

O chamado para a iniciação - 71

Caminhos de transformação: o grupo como espaço ritual - 73

Referências bibliográficas - 75

V ENVELHECIMENTO, TEMPORALIDADE E MORTE NOS RELATOS DE IDOSOS: PROPOSTA DE CUIDADOS - 77

Sobre o tempo, 77

Sobre o método, 80

-Contatando os colaboradores - 80

-Procedimentos - 80

-A escolha do trabalho com narrativas - 80

Sobre a velhice - 83

-A relação avós e netos: conflitos e reinvenção do cotidiano - 83

-Velhos como interlocutores do tempo - 84

-A velha e a nova velhice: reinventando o olhar - 86

-A negação da velhice - 86

-O medo da dependência e da morte: um discurso em favor da vida - 89

Envelhecimento e proposta de cuidados - 91

Referências bibliográficas - 94

VI CICLO DA EXISTÊNCIA: ENVELHECIMENTO - DESENVOLVIMENTO HUMANO E AUTOCONHECIMENTO - 96

Aspectos históricos, sociais e culturais da velhice - 97

Estigma da velhice - 97

Envelhecimento e desenvolvimento humano - 98

Perdas no envelhecimento - 100

Saúde-doença - 101

Comunicação - 103

Universidade aberta à terceira idade - 104

Ciclo da existência: a psicologia e a terceira idade, 105

-Objetivo - 105

-Programa - 11 encontros semanais - 2º Semestre - 105

-Atividades mensais - um encontro mensal - 1º semestre - 106

-Estratégias - 106

-Participantes - 107

-Avaliação dos alunos - 107

-Avaliação dos coordenadores - 108

-Avaliação: ciclo da existência: a psicologia e a terceira idade - 109

-Propostas para o futuro - 109

Referências bibliográficas - 110

Bibliografia - 111

VII IMPACTO DO SUICÍDIO - ATAQUE AO SER: PACIENTES, FAMILIARES E EQUIPE DE CUIDADOS - 112

Suicídio e sua complexidade - 112

Contextualizando o suicídio - 113

Suicídio - fato ou ficção - 115

A importância da família - 117

Caracterizando o profissional - 119

A lição de Doralice - 119

Impacto de suicídio no profissional - 121

Possíveis formas de intervenção - 122

Considerações finais - 123

-A primeira hora - 123

Referências bibliográficas - 124

VIII MORTE EM VIDA: MUTILAÇÕES E O PROCESSO DO LUTO PELA IDENTIDADE PERDIDA - 126

Deformidade facial - 127

-O rosto - 127

-O rosto mutilado - 127

-Aparência - 128

--Beleza - 128

--Estética - 128

O Espectro da dor - 128

Perdas - 129

Mortes em vida - 130

Luto, que luta! - 131

Questões bioéticas - 133

Pedaços perdidos: vidas entrelaçadas - 134

-Dor provocada por perdas - 134

--Identidade - 136

--O olhar do outro - 137

--Trabalho e relacionamento amoroso - 137

--O tempo perdido da vida - 138

--Perda da dignidade - 139

--Pedaços perdidos - 140

-Ganhos - 141

-Efeitos ricochete - 142

-Profissionais de saúde - 142

--Acolhimento - 143

--Falta de acolhimento e iatrogenia - 143

Juntando os pedaços - 144

Referências bibliográficas - 146

IX DE QUEM É A VIDA, AFINAL? CUIDANDO DOS CUIDADORES (PROFISSIONAIS E FAMILIARES) E DO PACIENTE NO CONTEXTO HOSPITALAR - 148

A boa morte é boa para quem? - 148

A família, a medicina, o hospital e seus territórios - 149

-De peregrino a morador (de estranho e familiar) - 149

--A dimensão psicocultural do espaço - 149

A medicina paliativa - 150

Quais as contribuições da bioética - 151

A família diante da morte no hospital - 153

-O que é resiliência - 156

Quais as possíveis formas de ajuda à família - 156

Os cuidados aos cuidadores profissionais - 157

O serviço de psicologia - 159

Referências bibliográficas - 160

X ECOLOGIA MENTAL DA MORTE. UM NOVO OLHAR, UMA NOVA ESCUTA PARA A PSICOLOGIA DA MORTE - 162

Prólogo... - 162

-Quem afirma a necessidade de falar da morte? - 163

Apresentação - 163

-O tema "Ecologia mental da morte" - 163

-Ecologia mental: uma linha de pesquisa - 164

-Ecosofia: o pensamento ecológico de Guattari - 165

-Ecosofia: o paradigma de as três ecologias - 165

-Ética do ideal x ética do real - 165

-Ecologia mental, individuação, perdas na qualidade da vida - 165

-Subjetividade e ecologia mental - 166

-Educação para a morte: contribuições da ecologia mental - 166

-Apoio psicológico e ecologia mental da morte, 166

-Ecologia mental: critérios para o apoio psicológico - 167

-Metas "psicoecológicas" para processos de ecologia mental - 167

-Ecologia mental da morte: realidade simbólica e emocional - 167

-Materialidade da ecologia mental da morte - 168

-Cuidados éticos: importância psicológica da morte dos outros - 168

-Ética: noção de responsabilidade e de culpa sem erro - 169

Quando a morte conta uma história - 169

-1. Em termos de ecologia mental, você deve parar para ler - 169

-Situação "olhar" e "escuta" da ecologia mental da morte - 170

-2. Um ponto de partida: morte, ministério e impacto - 170

-3. Reação diante da morte - 171

-Morrer pouco a pouco - 171

-4. O problema social da morte - 171

-Negação coletiva da morte - 172

-Aceitação da morte - 173

-"Vantagem" de quem enfrenta a negação coletiva da morte - 173

-Ser-para-a-morte: contingência da vida terrestre - 174

-5. Ecologia e psicologia: ecologia mental do pensamento "psi" - 174

-Ecologia: a disciplina, relações com o problema da morte - 174

-6. Ecologia, psicologia profunda, morte - 175

-Ecologia: uma ciência com fama de subversiva - 175

-7. Negação da morte, biopolítica, bioética - 175

-8. Revisão e crítica: primeiro passo da ecologia mental - 176

-9. Metáforas famosas: morte domada e morte selvagem - 177

-10. Morte selvagem: revisando concepções estabelecidas - 177

-Morte domada: convívio social e expressão dos afetos - 178

-Dificuldade na apreensão dos registros da sensibilidade - 179

-11. Um olhar focado no processo civilizador - 179

-12. Mudanças sociais, novos desafios da morte - 180

-13. Padrões dominantes: de práticas sociais, de imaginação - 180

-Anima mundi: sensibilidade ecológica da psique - 181

-14. Troca simbólica, negação da morte, sociedade de consumo - 181

-15. Função da morte na troca simbólica - 181

-16. Individuação, função da morte na troca simbólica - 182

-17. Desconforto diante das marcas da finitude e do luto - 182

-18. Sentido da vida, sentidos da morte - 183

-19. Negação da morte: metáfora do câncer - 183

-20. O muro da troca impossível: negação coletiva da morte - 184

Apoio psicológico - 185

-1. Ecologia mental da morte e apoio psicológico - 185

-2. Apoio a pacientes de câncer: pequenas mortes do dia-a-dia - 185

-3. O apoio "psi" deve ser oferecido para pacientes de câncer - 185

-4. O mais importante no apoio psicológico oferecido - 186

-5. Benefícios do apoio psicológico - 186

-6. Como caracterizar o apoio psicológico - 187

-7. Gratificação profissional e apoio psicológico diante da morte - 187

-8. Negação da morte, constrangimentos para falar da morte - 187

-9. Pontos de auto-avaliação - 188

-10. Diferenças: ajuda profissional e "cuidados" de familiares - 188

-11. Intervenção de apoio: na afirmação do desejo de morrer - 188

-12. Disponibilidade pessoal para acompanhar pacientes à morte - 189

-13. Dificuldade do processo de conscientização da morte, 189

-14. Diante do muro da troca impossível - 190

-15. Morte: de início uma imagem, ela permanece uma imagem - 190

-16. Titonos: a tolice do desejo extremo de longevidade - 190

Referências bibliográficas - 191

XI EDUCAÇÃO PARA A MORTE: DESAFIO NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE E EDUCAÇÃO - 193

Desenvolvimento da área de estudos sobre a morte e o morrer - 194

-Histórico - 195

-Pacientes gravemente enfermos - 197

-Luto - 198

-Desenvolvimento da área da tanatologia no Brasil - 200

-Cursos sobre a morte e o morrer - 200

A disciplina "psicologia da morte" no instituto de psicologia da usp - 204

-Objetivos da disciplina - 204

--1. Possibilitar sensibilização e escuta dos processos internos perante a morte - 204

--2. Apresentação de teorias psicológicas - 205

--3. Reflexão sobre a ação psicológica - 205

-Programa - 205

-Estratégias de aula - 207

-Bibliografia - 207

-Avaliação dos alunos - 207

-Avaliação da experiência da disciplina - 208

--1. Buscar conhecimentos sobre o tema - 208

--2. Preparação para uma práxis - 208

--3. Preparação pessoal - cuidado para si - 208

Educação para a morte - propostas para o século XXI - 211

-Falando da morte: a criança - 214

-Falando de morte com o adolescente - 214

-Falando de morte com o idoso - 214

-Falando de morte com profissional de saúde - 215

Referências bibliográficas - 217

ÍNDICE ALFABÉTICO - 220