O Controle da infecção hospitalar no Estado de São Paulo. São Paulo - SP : CREMESP, 2010. 164 p. WX167 – C764c 2010
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SUMÁRIO
PREFÁCIO
A prática segura e a qualidade na atenção, 11
Eduardo Alexandrino Servolo Medeiros
Caio Rosenthal
INFECÇÕES HOSPITALARES
Regime jurídico, implicações práticas e atuação do Ministério Público, 15
Reynaldo Mapelli Júnior
POSSIBILIDADES E LIMITES
Considerações sobre o controle de infecções relacionadas à assistência à saúde, 33
Fernando Aurélio Calligaris Galvanese
PARTE I
Um balanço negativo para os hospitais, 41
Diagnóstico para propor correções, 42
PARTE II
Uma avaliação seguindo a legislação, 47
Uma “epidemia” sem controle nem custos conhecidos, 48
Para a Anvisa, Comissões são maior problema, 50
O Sistema Sinais e a Rede RM, 51
Um debate necessário, 52
A busca por um ambiente hospitalar mais seguro, 53
Um incentivo às avessas, 54
O desafio da superlotação, 55
Uma aliança mundial pela defesa do paciente, 56
O paciente exposto, 57
PARTE III
A construção do modelo de avaliação, 59
O papel do Ministério Público, 60
“Um mau negócio”, 61
Definindo o roteiro de inspeção, 62
Saúde pública é a prioridade, 63
Irregularidades dos serviços, 64
“Monitoramento constante”, 65
“Interdição ética”: exemplo gaúcho, 66
Comissão de controle é fundamental, 67
Os desafios da comparação, 68
O corte presidencial, 69
Lavar as mãos, um gesto essencial, 70
O ritual do aperto de mãos, 71
A dificuldade do seguimento no pós-alta, 72
PARTE IV
Entenda o perfil da amostra, 75
Amostra pesquisada representa 725 hospitais, 76
Hospitais representam todas as delegacias do Cremesp, 79
Universo representa instituições de todos os portes, 80
Hospitais públicos estaduais têm mais leitos, 80
Maioria dos hospitais são do SUS e conveniados, 81
Especializados e de ensino são em maior número entre os públicos, 83
OSs já são 20% na gestão pública, 84
A distribuição por áreas de alto risco, 85
PARTE V
Um balanço do resultado das vistorias, 87
Sobre a comissão de controle de infecção hospitalar, 87
Sobre o programa de controle de infecção hospitalar, 88
Como é feita a vigilância do controle das infecções, 90
Visitas de inspeção programadas não são cumpridas, 92
Maioria dispunha de manuais de normas e rotinas, 96
Como são feitos os registros das taxas de infecção, 98
As falhas nas áreas e procedimentos críticos, 101
Um quinto das centrais de material apresentava inadequação, 101
Um quarto das instituições não tem controle vacinal, 104
Inadequações foram encontradas em todos os hospitais, 105
Inspeção é apenas o início do trabalho, 107
PARTE VI
Anexos, 109
Roteiro de inspeção das CCIH, 110
Notas técnicas, 121
Legislação sobre controle de infecções hospitalares, 124
SINAIS – Sistema Nacional de Informações para controle de infecção em serviços de saúde, 141
REDE RM – Rede Nacional de Monitoramento da resistência microbiana em serviços de saúde, 142
Roteiro de procedimentos adotados pelo Ministério Público, 144