Biblioteca - Centro de Bioética
CREMESP

Sève, Lucien. Para uma crítica da razão bioética. Lisboa-PT : Instituto Piaget, 1994. 422p. QH332 S497p  1994

ÍNDICE

Prefácio - 7

1. PESSOA

A pessoa, ficção cultura? - 19
Onde o absoluto se demonstra inaceitavelmente relativo - 23
A pessoa, realidade natural? - 27
Uma ficção à prova de factos - 30
No caminho para o cinismo - 34
Pessoa: um conceito inconcebível? -37
Realidade e valor: o paradigma da mercadoria -40
Animalidade e hominização - 43
"0 homem é o mundo do homem" - 47
Alguns mal-entendidos - 51
Do indivíduo - 55
Acerca do sujeito - 58
Entre sujeito e pessoa: a personalidade - 62
A pessoa: substância ou relação? - 65
Pessoa e ordem da pessoa - 69
No coração do problema: os processos de ascripção -72
Éthos e ética - 75
A propósito e oportunidade do materialismo - 78
O entendimento não é o compromisso - 82
Para uma definição comum da pessoa - 86
A personalização em crise -89
Questões em aberto - 93
O corpo é a pessoa? - 97
Nas fronteiras do humano - 102
O embrião, pessoa humana potencial? - 107
Os genes do homem serão humanos? - 113
O animal, um parceiro em dignidade? - 118

2. RESPEITO
As antinomias do respeito - 127
Qualidade ou sacralidade da vida? - 131
Dos problemas do respeito às questões de princípio - 134
Ética e moral - 137
Inflação da ética: novos valores ou falsa moeda? - 142
O utilitarismo: uma resposta ao lado da questão - 146
Kant, o recurso universal - 152
"A própria humanidade é uma dignidade" - 156
A moral nos limites da simples razão - 159
Uma concepção rigorosa ou uma concepção rigorista do respeito? - 162
Respostas kantianas - 165
Moral e materialismo - 168
Três temas de reflexão - 174
Habermas e a ética da discussão - 180
Uma "situação ideal de palavra"? - 185
A exigência de um "agir civilizacional" - 189
Jonas e o princípio responsabilidade - 194
Tratar o homem de amanhã como uma criança? - 197
Ética e conflito - 202
A necessidade de dialéctíca - 206
Reconhecer as contradições - 210
Obrigação universal e caso particular - 213
Ética da pessoa e ética da colectividade - 219
Humanidade presente e humanidade futura - 224

3. A QUERELA DO PROGRESSO - 229
O sujeito humano dissolvido pela ciência - 231
A incansável ética do "melhor dos mundos" - 234
O homem sujeito à tecnociência - 239
Para a medicalização universal - 244
Quando o homem "faz de Deus" - 246
Acordem, eles estão loucos! - 251
Uma crítica desvalorizada pelos seus excessos - 256
Estamos ou não mais bem cuidados? - 259
A "heurística do medo" em acção - 262
Um profundo ressentimento para com a ciência - 267
O obscurantismo como programa - 271
Exigência ética contra ordem moral - 276
Pensar dialecticamente a ideia de progresso - 280
Sobre os desvios da biologia - 284
Sobre a apropriação do conhecimento - 288
Sobre a pilotagem da investigação - 292
A essência da técnica segundo Heidegger - 296
"A ausência de angústia é a angústia suprema" - 300
"Não é a técnica que é perigosa" - 303
Destino do ser ou lógica do capital? - 305
Capital-saúde e sociedade de boa saúde - 309

4. AS QUESTÕES DE DINHEIRO - 317
Da controvérsia moral à análise conceptual - 320
Funções e figuras do dinheiro - 323
Lógicas mercantis e corpo humano - 327
A ética da não comercialização - 332
Algumas objecções graves - 335
A doação: uma ética impossível? - 338
Conclusões desastrosas a não tirar de um desastre - 343
A mercadoria não é o futuro do homem - 348
Do dinheiro mercantil ao mercado financeiro - 353
O custo da ética - 357
Por que corre a biologia tão depressa? - 362
O preço do tempo - 366
A escolha do mais rentável - 370
Um mundo onde só importa aquilo que rende - 375
Como se espalha o "mal-estar na civilização" - 380
Entender-se sobre a escolha da direcção a tomar - 385
Para uma eficácia económica civilizada - 389
Avaliação e ética da biomedicina - 394
Critérios não mercantis, partilha dos custos, novas solidariedades - 397
Sobre o futuro da bioétíca - 403
Que humanidade queremos nós ser? - 408

Índice dos autores citados - 413