Biblioteca - Centro de Bioética
CREMESP

Diniz, Maria Helena. O Estado atual do biodireito. 9. ed. São Paulo - SP: Saraiva, 2014 . 1112 p., il. ISBN 978-85-02-18065-9.   QH332 D585e 2014 9.ed.


Índice

Prefácio,  23
Capítulo I - BIOÉTICA E BIODIREITO, 25

1. Biodireito ante a nova imagem da ética médico-científica, 25
2. Bioética , 33
2.a) Sua delimitação conceitual e seus problemas, 33
2.b) Princípios bioéticos básicos , 38
3. O respeito à dignidade humana como paradigma da ordem jurídica do Estado Democrático de Direito , 41
4. Bioética, biodireito e humanismo jurídico, 44

Capítulo II - MICROBIOÉTICA: QUESTÕES ÉTICO-JURÍDICAS , 46
1. Proteção à vida humana, 46
1.a) Inviolabilidade constitucional do direito à vida, 46
1.b) Tutela civil e penal da vida humana , 49
1.c) Princípio do primado do direito à vida, 51
2. Direito ao nascimento, 52
2.a) Direito de nascer, 52
2.b) Problematicidade ético-jurídica do aborto, 55
2.b.1) Breve nota introdutória, 33
2.b.2) Aborto: sua delimitação conceitual e classificação, 36
2.b.2.1) Conceituação, 56
2.b.2.2) Modalidades, 57
2.b.3) Incriminação da prática abortiva ao longo da história do direito, 60
2.b.4) Aborto criminoso, 62
2.b.4.1) Definição e configuração jurídica , 63
2.b.4.2) Espécies de aborto criminoso previstas na legislação penal brasileira , 66
2.b.4.3) Prova da existência do crime de aborto, 69
2.b.4.4) Solução da antinomia de valoração, 70
2.b.5) A prática da interrupção seletiva da gravidez e o alvará judicial , 71
2.b.6) Aborto legal, 88
2.b.7) Análise dos argumentos pró-aborto sob uma dimensão científico-jurídica, 107
2.b.7.1) Generalidades, 107
2.b.7.2) Abortismo ideológico , 107
2.b.7.3) Abortismo socioeconômico , 113
2.b.7.4) Abortismo privado, 117
2.b.8) Reflexões sobre a descriminalização do aborto, 124
2.c) Direito ao respeito à vida humana e a paternidade responsável como problemas da bioética , 139
2.d) Sugestões de lege ferenda voltadas ao movimento próvida e ao programa de planejamento familiar , 143
3. Os direitos do embrião e do nascituro e a responsabilidade civil por dano moral e patrimonial ,149
4. Maternidade e paternidade responsável e planejamento familiar , 167
4.a) Proteção jurídica à maternidade, 167
4.b) Direito à maternidade da presa, 170
4.c) Explosão demográfica e controle da natalidade ,  174
4.d) O direito reprodutivo-sexual, o direito à descendência e o planejamento familiar como parâmetros da política populacional, 177
4.e) A liberdade sexual responsável e a escolha de métodos anticoncepcionais , 180
5. Esterilização humana artificial, 185
5.a) Noções gerais , 185
5.b) Esterilização eugênica dos anormais e de criminosos por desvio de sexualidade , 187
5.c) Esterilização terapêutica , 191
5.d) Esterilização cosmetológica, 192
5.e) Esterilização por motivo econômico-social , 192
5.f) Esterilização voluntária para fins de planejamento familiar , 192
6. Saúde física e mental , 194
6.a) Direito à saúde física e mental , 194
6.b) Direito sanitário e bioética social, 208
6.c) A ética nos desastres de massa e a medicina de risco ou de catástrofe , 210
6.d) Controle de infecção hospitalar , 213
6.e) Direito à incolumidade da mente como um dever a ser respeitado por todos , 215
6.f) Ofensas à integridade psíquica como lesões à liberdade moral da pessoa , 216
6.g) Tutela jurídica à saúde da mente , 218
6.h) Autonomia da vontade do portador de doença mental, 222
6.i) Problemas bioéticos do tratamento psiquiátrico involuntário, 225
6.j) Direito à integridade psíquica e física do acusado e do condenado, 230
7. A AIDS e o direito, 279
7.a) Controle da higidez do sangue , 279
7.b) Questões ético-jurídicas suscitadas pela AIDS , 281
7.b.1) Triagem sorológica do vírus da imunodeficiência humana (HIV) ,  291
7.b.2) Proteção jurídica da dignidade dos portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e dos doentes da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) , 287
7.b.3) Direitos e deveres do profissional da saúde infectado pelo HIV e pelo VHB, 297
8. Transfusão de sangue, 299
8.a) Responsabilidade civil na coleta e na transfusão de sangue, 299
8.b) A recusa na aceitação de transfusão de sangue e o princípio da autonomia da vontade no biodireito , 344
8.c) Colisão entre o direito de viver de uma pessoa e o direito de crença religiosa de outra, 354
8.d) O princípio do primado do direito mais relevante , 356
8.e) Conflito entre um direito da personalidade e um valor social importante , 359
9. Direito ao aspecto físico da estética humana , 360
9.a) A lesão à estética pessoal e a responsabilidade civil por dano moral , 360
9.b) Cirurgia plástica ou reparadora e cirurgia estética ou cosmetológica e a questão da obrigação de meio e de resultado do médico, 362
10. Adequação do sexo do intersexual e do transexual , 364
10.a) O transexualismo e a identidade sexual, 364
10.b) A intervenção cirúrgica no estado intersexual e transexual, 367
10.c) Problemas jurídicos decorrentes da mudança de sexo, 376
11. Transplante de órgãos e tecidos humanos, 395
11.a) Direito ao uso de partes separadas do próprio corpo ou de alheio , 395
11.b) Importância dos transplantes de órgãos e tecidos , 398
11.c) Transplantes: na legislação brasileira , 402
11.d) Transplante: conceito e modalidades , 418
11.e) Perfil jurídico do transplante de órgãos e tecidos , 424
11.e.1) Transplante de órgãos e tecidos post mortem, 424
11.e.1.1) Retirada post mortem de tecidos, órgãos e partes do corpo humano para serem transplantados, 424     
11.e.1.2) Determinação da morte encefálica para fins de transplante de órgãos e a questão da vida residual , 427
11.e.1.3) Doação presumida de órgãos  no direito anterior, 431
11.e.1.4) Remoção post mortem de órgãos de incapaz e de pessoa não identificada, 435
11.e.2) Transplante de órgãos e tecidos inter vivos, 435
11.e.3) Utilização de órgãos de grupos populacionais com autonomia reduzida , 439
11.e.4) Consentimento livre e esclarecido do receptor de órgãos e tecidos, 445
11.f) Mercado de órgãos e tecidos humanos, 446
1l.g) Aspectos polêmicos da Lei n. 9.434/97, regulamentada pelo Decreto n. 2.268/97 e alterada pela Lei n. 10.211/2001, 448
11.h) Formulários, 460
12. Direito à morte digna , 480
12.a) O "morrer com dignidade" como valor fonte do bio-direito, 480
12.b) Suicídio assistido, eutanásia, ortotanásia e inadmissibilidade do "direito de matar" paciente terminal , 483
12.c) Limites da distanásia e direito ao prolongamento artificial da vida ; 507
12.d) O direito de morrer com dignidade e a filosofia do hospice, 511
12.e) Autodeterminação do paciente terminal e a relevância jurídica da objeção de consciência , 523
12.f) Perspectiva humanista como tendência atual da bioética e do biodireito na solução de problemas ético-jurídicos do morrer com dignidade, 531
13. Experiência científica em seres humanos, 533
13.a) Pesquisa com seres humanos e seus problemas , 533
13.b) Princípios ético-jurídicos da experimentação científica em seres humanos , 537
13.c) Diretrizes ético-internacionais para pesquisas ou experiências biomédicas em seres humanos, 546
13.d) Engenharia genética e pesquisas com genoma humano,  558
13.d.1) Engenharia genética e biotecnologia, 558     
13.d.2) Projeto Genoma Humano (PGH) e bioética, 564
13.d.3) Diagnose genética no ser humano , 575
13.d.4)Terapia gênica, aconselhamento genético, desconstrução do espectro do eugenismo e o respeito aos direitos das pessoas portadoras de deficiência física ou mental , 581
13.d.5) Manipulação genética humana e seus limites , 602
13.d.6) Intervenções científicas em embriões humanos e a polêmica dos embriões excedentes, 606
13.d.7) Clonagem, 637
13.d.7.1) Etiologia histórica da clonagem, 637
13.d.7.2) Clonagem humana e técnicas de clonação , 643
13.d.7.3) Clonagem de seres humanos e bio-direito , 651
13.d.8) Patentes sobre material genético humano: sim ou não? 670
13.d.9) Dilemas éticos da medicina preditiva ante o trinômio médico-paciente-indústria biotecnológica, 675
13.e) As novas técnicas científicas de reprodução humana assistida , 679
13.e.1) Fertilização humana assistida e situações dela decorrentes , 670
13.e.2) Problematicidade da inseminação artificial , 685
13.e.2.1) Conceito e modalidades , 685
13.e.2.2) Argumentos ético-jurídicos em torno da inseminação artificial homóloga e heteróloga , 686
13.e.3) Ectogênese ou fertilização in vitro e suas conseqüências jurídicas, 700
13.e.4) Sugestões de lege ferenda para um anteprojeto sobre reprodução humana assistida , 725
13.e.5) Bioética e reprodução humana assistida , 746
13.e.6) Modelos textuais, 750
13.e.6.1) Instrumento de doação voluntária de oócitos, 750
13.e.6.2) Acordo de criopreservação do sêmen, 751
13.e.6.3) Informe de consentimento para técnicas de fertilização assistida (FIV, ICSI, GIFT/PROST), 754
13.e.6.4) Instrumento de autorização para fertilização in vitro com oócito doado, 758
13.e.6.5) Informe de consentimento para congelamento e preservação de pré-embriões (pró-nucleados, multicelulares e blastocistos), 760
13.e.6.6) Instrumento de autorização para o uso de embriões "doados" ou cedidos gratuitamente, 765
13.f) Comitês de Ética em Pesquisa , 767    
13.g) Necessidade de um novo estatuto jurídico-penal voltado à criminalidade genética ,  769
14.Tortura médica , 773
15. A importância e as funções dos Comitês de Ética Hospitalar , 774
16. Relação médico-paciente , 777
16.a) Deveres dos médicos , 777
16.b) O sigilo médico para a preservação da confidencialidade e da privacidade do paciente , 795
16.b.1) O sigilo como um dever prima facie decorrente da natureza confidencial da relação médico-paciente, 795
16.b.2) A questão da quebra da confidencialidade e da privacidade , 797
16.b.3) Prontuário e boletim médicos ,  801
16.b.4) A informática e o segredo médico , 803
16.b.5) Cessação da obrigatoriedade da preservação do segredo médico , 804
16.c) O princípio do consentimento livre e esclarecido como legitimação e fundamento do ato médico , 808
16.c.1) O consenso informado como manifestação do princípio da autonomia , 808
16.c.2) Limites condicionadores do consentimento consciente, 810
16.c.3) Exceções ao dever de obtenção do consentimento informado, 812
16.d) O erro médico, a má prática, o acidente imprevisível, o resultado incontrolável e a responsabilidade criminal e civil do profissional da saúde, 814
16.d.1) Erro médico: noção, fatores concorrentes e meios para sua prevenção, 814
16.d.2) Caracteres para avaliação do erro médico, 821
16.d.3) Distinção entre má prática médica, acidente imprevisível e resultado incontrolável 821
16.d.4) Responsabilidade civil médica por dano moral e patrimonial e a socialização do risco médico, 823
16.d.5) Responsabilidade médica derivada , 828
16.d.6) Responsabilidade do estudante de medicina, 828
16.d.7) Responsabilidade criminal oriunda da profissão médica, 829
16.d.8) Responsabilidade civil dos enfermeiros, parteiras, proprietários e diretores de hospitais e clínicas , 829
16.e) Gerenciamento de riscos e o crescente aumento dos questionamentos judiciais de pacientes contra os prestadores de serviços de saúde, 833
16.f) Direitos do paciente, 834

Capítulo III - MACROBIOÉTICA E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE SADIO E ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO, 844
1. Crise ambiental e ecodesenvolvimento, 844
2. Constitucionalismo ecológico e direito ambiental, 856
3. Meio ambiente e preservação da biodiversidade dos ecossistemas, 871
4. Natureza jurídica do meio ambiente ecologicamente equilibrado e hígido , 885
5. Impacto ambiental provocado pela biotecnologia , 886
6. Biopirataria e patenteamento do organismo geneticamente modificado (OGM), 943
7. Tutela jurídica do meio ambiente , 953
7.a) Considerações iniciais , 953
7.b) Mecanismos não jurisdicionais de tutela ambiental , 954
7.c) Proteção jurisdicional do meio ambiente, 985
8. Responsabilidade civil por dano ecológico, 1001
8.a) Notas preliminares, 1001
8.b) Responsabilidade por poluição, 1005
8.c) Responsabilidade civil nas atividades nucleares ,1032

Capítulo IV - O FUTURO DA BIOÉTICA E DO BIODIREITO, COMO UM DESAFIO PARA O SÉCULO XXI, 1042

Bibliografia, 1047