Bergstein, Gilberto. A informação na relação médico-paciente. São Paulo - SP: Saraiva, 2013. 280 p. ISBN 978-85-02-20306-8. W50 B493i 2013
SUMÁRIO
AGRADECIMENTOS, 7
PREFÁCIO, 13
INTRODUÇÃO, 17
CAPÍTULO I
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE, 23
1.1 Introdução: a evolução da relação médico-paciente, do médico de família ao consentimento informado, 23
1.2 Natureza jurídica da relação médico-paciente, 34
1.3 A relação médico-paciente e a tutela dos direitos fundamentais, 40
1.3.1 Dignidade da pessoa humana, 41
1.3.2 Saúde – objeto da relação médico-paciente, 46
1.3.3 Solidariedade, 51
1.3.4 Liberdade, 53
CAPÍTULO II
OS PRINCÍPIOS DA CONFIANÇA E DA BOA FÉ OBJETIVA NA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE, 63
2.1 Confiança: teoria, valor, princípio, 63
2.2. O princípio da confiança na visão do direito civil, 72
2.3 Princípios da confiança e da boa-fé: complementaridade, continência ou exclusão recíproca?, 78
2.4 O princípio da confiança na relação médico-paciente, 85
2.5 A boa-fé objetiva: brevíssimo histórico no direito brasileiro, 88
2.6 A tríplice função da boa-fé objetiva, 91
2.7 A boa-fé objetiva na relação médico-paciente, 96
2.7.1 O dever de cuidado ou segurança, 96
2.7.2 O dever de lealdade e cooperação, 100
CAPÍTULO III
A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE E O DEVER DE INFORMAR, 109
3.1 A informação como fundamento para a autodeterminação, 109
3.2 O conteúdo da informação, 112
3.2.1 O diagnóstico, 114
3.2.2 O prognóstico, 117
3.2.3 As alternativas de tratamento, 119
3.2.4 Os riscos e benefícios do tratamento, 120
3.2.4.1 Informação dos riscos em razão da necessidade terapêutica, 120
3.2.4.2 A urgência do tratamento, 121
3.2.4.3 A necessidade do tratamento, 122
3.2.4.4 A periculosidade do tratamento em relação à saúde do paciente, 123
3.2.4.5 A novidade do tratamento, 124
3.2.4.6 A gravidade da doença, 124
3.2.4.7 Contraindicações, 125
3.2.4.8 Riscos subjetivos e comportamentais do paciente, 126
3.3 Sujeitos do dever de informar, 127
3.3.1 Os responsáveis pela prestação da in formação, 127
3.3.1.1 O médico, 128
3.3.1.2 A equipe clínica ou cirúrgica, 129
3.3.1.3 A enfermagem, 132
3.3.1.4 O paciente, 133
3.4 Os meios de transmissão da informação, 135
3.4.1 A forma oral, 135
3.4.2 A forma escrita, 136
CAPÍTULO IV
OS LIMITES DO DEVER DE INFORMAR, 141
4.1 O excesso de informação, 141
4.2 Aspectos quantitativos e qualitativos da informação e a capacidade de assimilação, 143
4.3 O direito a não informação, 146
4.4 O privilégio terapêutico, 150
4.5 Limites do dever de informar em outros ordenamentos e a solução brasileira, 154
CAPÍTULO V
O CONSENTIMENTO, 169
5.1 Capacidade para consentir, 173
5.1.1 Os adultos incapazes, 177
5.1.2 Os menores, 179
5.2 A autonomia para a escolha do tratamento e o direito de recusá-lo, 189
5.2.1 As declarações antecipadas de vontade, 193
5.3 O consentimento livre e esclarecido, 196
5.3.1 Consentimento expresso e consentimento tácito, 197
5.3.2 Casos em que se exige consentimento expresso, 198
5.3.3 Tempo do consentimento, 201
5.3.4 Revogação do consentimento, 203
5.3.5 Consentimento presumido, 204
CAPÍTULO VI
A PROVA DO CUMPRIMENTO DO DEVER DE INFORMAÇÃO, 207
6.1 O consentimento e sua prova, 207
6.1.1 O prontuário, 212
6.1.2 A gravação da consulta, 220
6.2 A validade do termo de consentimento informado, 221
6.3 A dificuldade de produção de provas, 225
6.4 O ônus da prova, 226
CAPÍTULO VII
DEVER DE INFORMAÇÃO NA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE E RESPONSABILIDADE CIVIL, 233
7.1 Dever de informar na relação médico-paciente: obrigação principal ou anexa?, 233
7.2 Entendimentos doutrinários e jurisprudenciais acerca da responsabilidade civil decorrente do inadimplemento do dever de informar, 239
7.3 Descumprimento da obrigação de informar como causa geradora de responsabilidade, 244
CONCLUSÃO, 263
BIBLIOGRAFIA, 269