Biblioteca - Centro de Bioética
CREMESP

Teixeira, Alexandre. Felicidade S.A. : Por que a satisfação com o trabalho é a utopia possível para o século 21. Porto Alegre - RS: Arquipélogo  editorial, 2014. 283 p. 658.314 T266f 2012.

Prefácio, 9

Introdução, 15

PARTE I – O QUE NOS FAZ FELIZES (OU INFELIZES) NO TRABALHO

1. A caminho do trabalho, 29

2. Motivação, propósito, valores... O que te tira da cama de manhã?, 37

3. O que dinheiro tem a ver com felicidade, 45

4. Metas (e bônus) na berlinda, 55

5. Rebeldes com causa: negócios sociais e empresas

com bandeiras, 69

6. Autoconhecimento: Dilbert no divã. 77

7. Liderança: por um mundo livre de babacas, 83

8. Equilíbrio: meu nome não é (só) trabalho, 101

PARTE II – UMA BREVE HISTÓRIA DA (IN)FELICIDADE NO TRABALHO

9. Será que estou falando grego? Origens filosóficas

do sofrimento dos ocupados, 119

10. A nova era do que? Transcendência, empatia e outras

pequenas rebeldias, 127

PARTE III – A GEOECONOMIA DO BEM-ESTAR E NOSSO LUGAR NESTE MAPA

11. A copa do mundo da felicidade, 137

12. Felicidade Interna Bruta: o que há para medir além do PIB, 145

13. Uma economia sem crescimento?, 157

14. O homem cordial tipo exportação, 169

15. Do paternalismo da empresa de dono à meritocracia à brasileira, 181

PARTE IV – UM NOVO MUNDO (MAIS FELIZ) PARA O TRABALHO

16. Sem escritório, sem horários... com resultados, 193

17. Enquanto o mundo novo não vem (e o velho não volta), 205

PARTE V – EMPRESAS FELIZES

18. A transformação do homem transforma a empresa, 215

19. “Tire seu sonho da gaveta”: a história do Laboratório Sabin, 223

20. Funcionário patrão: os donos da Promon são os próprios empregados, 231

21. Felicidade, com o nome limpo na Serasa, 241

22. Gestão de palhaços: o caso dos Doutores da Alegria, 249

23. A transformação do homem transforma a empresa II, 259

24. A “desterceirização” da Vivo, 267

EPÍLOGO

Por que ser feliz é estratégico, 271

Notas, 277