09-03-2010

Bebês sem Aids

O Fundo Mundial para a Luta contra a Aids, a Malária e a Tuberculose, que tem como embaixadora nada menos do que a 1ª dama da França, Carla Bruni, divulgou recentemente estimativas que pareciam impensáveis poucas décadas atrás: segundo a entidade, até 2015 será possível erradicar no mundo a transmissão do vírus da Aids de mãe para filho, a chamada transmissão vertical.

A projeção baseia-se em fatores como o aumento dos programas financiados por órgãos internacionais em países desenvolvidos, em especial, na África.

Bom exemplo: em 2009 o orçamento da África do Sul direcionado ao tratamento de soropositvos cresceu 33%. De acordo com a Unaids, a agência da ONU para combate a Aids, o número de pessoas que recebem antirretrovirais aumentou 53% no mesmo continente.

Grávidas
Ainda segundo a Unaids, atualmente 45% das grávidas soropositivas de países desenvolvidos e em desenvolvimento são tratadas pelo esquema antirretroviral.

Há tempos esta otimista realidade vêm se confirmando no Brasil. Implantada em 1996, a profilaxia da transmissão vertical (que fornece remédios às gestantes e aos bebês) reduziu as chances de um bebê nascer infectado de 25% a menos de 1%.

Fonte: zerohora.com


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